ENSINO DE MICOLOGIA NA EJA APLICAÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA COMO PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E DA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA

APLICAÇÃO DE UMA SEQUÊNCIA DIDÁTICA COMO PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E DA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA

  • Elias Augusto Vieira Rabelo Universidade Federal da Paraíba
  • Walllace Felipe Blohem Pessoa Universidade Federal da Paraíba
Palavras-chave: Micologia; Alfabetização Científica; EJA; Sequência Didática; Ensino por Investigação.

Resumo

O presente artigo relata a proposta de ensino de micologia no contexto da Educação de Jovens e Adultos (EJA), utilizando uma sequência didática baseada em metodologias ativas. O objetivo foi promover a alfabetização científica e desmistificar a imagem negativa dos fungos, com foco em suas aplicações no cotidiano, como na produção de medicamentos, alimentos e biotecnologia. A abordagem metodológica foi qualitativa, com coleta de dados por meio de observações, rodas de conversa, questionários e produções dos próprios estudantes. Os resultados evidenciam uma evolução significativa na compreensão dos conteúdos, no engajamento dos estudantes e na sua capacidade de associar os fungos a contextos reais. A proposta demonstrou ser eficaz na promoção da autonomia e do protagonismo discente, reforçando a necessidade da adoção de estratégias inovadoras para o ensino de Ciências na EJA.

Biografia do Autor

Walllace Felipe Blohem Pessoa, Universidade Federal da Paraíba

O presente artigo relata a proposta de ensino de micologia no contexto da Educação de Jovens e Adultos (EJA), utilizando
uma sequência didática baseada em metodologias ativas. O objetivo foi promover a alfabetização científica e desmistificar
a imagem negativa dos fungos, com foco em suas aplicações no cotidiano, como na produção de medicamentos, alimentos
e biotecnologia. A abordagem metodológica foi qualitativa, com coleta de dados por meio de observações, rodas de
conversa, questionários e produções dos próprios estudantes. Os resultados evidenciam uma evolução significativa na
compreensão dos conteúdos, no engajamento dos estudantes e na sua capacidade de associar os fungos a contextos reais.
A proposta demonstrou ser eficaz na promoção da autonomia e do protagonismo discente, reforçando a necessidade da
adoção de estratégias inovadoras para o ensino de Ciências na EJA.

Publicado
2026-09-10